sexta-feira, 9 de abril de 2010

A vida.
Morte à partida na criação
biótica
que faz seguir e ter paixão.

Censura!
Medo. Anseio.

Percebo e tenho
o tempo de onde venho -
contemporâneo -
e sonho mas repudio
o passado belo.

Harmonia em BelCanto.
Canto. Grito!

Censura!
Medo. Anseio.

Percebo e venho
por entre o tempo que tenho,
que resta - devaneio - sobra.
Agora percebo  o medo
do anseio que me censura;
sinto a vida morta
da paixão efémera, escura.

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