segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Rabiscos Nocturnos

É assim que funciono.
Mais uma madrugada,
mais palavras e pensamentos.
Mais imagens. Arte.

Entre eles me desfaço
e encontro, por fim. Esqueço.
Teria o mundo... Promessas.
Seria o mundo, imune
e sem pressas. Mais peças (!),
para um puzzle gigante.
Minúsculo.
Assim como eu, também o mar.
Também como o mar, assim eu.

O desejo. A vontade.
Ai essa vontade de partir,
estando e ficando
por perto da destruição,
causada pelo mesmo partir
e ir... vindo perdido
por entre sonhos, gostos, lixo.

E nada mais é. Palavras.
Única, simples e praticamente
nada mais do que palavras.

São aliterações das mesmas
que constroem texto. Poesia.
Se não, apenas com o desígnio de texto.
Verso. Inverso do lado de dentro,
busco e acalento o momento
que me centra no centro
do desejo. Propósito.
Noite... e a multiplicidade de ocorrências.

1 comentário:

  1. Até que enfim Dioguinho! Finalmente publica para o mundo ver!!! Cada vez mais profundo, cada vez mais tu!!! A sempre amiga!!!

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